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sexta-feira, 30 de março de 2012

Metas de aprendizagem de Matemática

Trabalho de Grupo

Metas de Aprendizagem de Matemática

Domínio – Capacidades Transversais

Subdomínio – Resolução de Problemas


Meta Final 1) – Compreende o problema: identifica o objectivo e a informação relevante para a resolução de um dado problema; identifica problemas com informação irrelevante; dados insuficientes ou sem resolução.

Talvez a responsabilidade não seja só dos alunos, mas de todo um sistema que durante algum tempo pouco valorizou a resolução de problemas, por outro lado é muito complicado para o aluno resolver uma situação que não conhece, que não é do seu dia a dia e era o que acontecia muitas vezes nas escolas.
A resolução de problemas concretos é um bom ponto de partida para tratar a maior parte dos assuntos relativos à matemática.
A criança só resolve um problema se conseguir reagir à situação e precisa que a situação seja concreta, lhe dê interesse e curiosidade.
A capacidade de resolver problemas desenvolve o raciocínio, a comunicação e prepara o aluno para a vida.

                                                                 Clara e Cunha

terça-feira, 13 de março de 2012


Trabalho de Grupo

Metas de Aprendizagem de Matemática

Afirma a SPM em 5 de julho de 2010 que, “a exemplo do que, está a acontecer com a aplicação do novo programa de matemática do E.B., a elaboração de metas assentou num processo de doutrinação pedagógica dos professores para práticas dispersas, baseadas exclusivamente em atividades não estruturadas e sem conteúdos claros.”
Ainda segundo a mesma sociedade, “As metas de aprendizagem definidas para a matemática com o objetivo de representar informações, ideias e conceitos de diversas formas é tão apropriado ao 1.º ciclo, como a alunos do 9.º ano, como a matemáticos profissionais doutorados. E quando uma formulação é tão vaga que nada restringe sabe-se, pelo menos desde Aristóteles, que ela é inútil.”
Segundo a SPM, em parecer elaborado em 2010, este documento está repleto de formulações inúteis o que, em termos pedagógicos é mais do que supérfluo, é prejudicial.
“Se verificarmos ainda que as “capacidades transversais” para o 1.º (p. 5), o 2.º (p.22) e o 3.º (p. 35) ciclos são praticamente idênticas, com frases repetidas ipsis verbis em cada ciclo, percebemos que este problema atravessa todo o documento.”
Segundo o mesmo parecer, “o documento confunde também metas de aprendizagem concretas com objetivos vagos que têm causado danos, precisamente pelo seu carácter ambíguo e pretensamente ambicioso que conduz a uma desorganização do ensino.”
Cita-se a título de exemplo “compara e descreve sólidos geométricos, identificando semelhanças e diferenças”. De que sólidos se trata? Que propriedades estão em causa na comparação? Nada disto é dito, fazendo com que este objetivo seja tão aplicável no 1.º ciclo como em todos eles e mesmo em cadeiras de pós-graduação universitárias.
Segundo a SPM, “Insuficiências deste tipo abundam. Repare-se, por exemplo, na página 13, “Realiza estimativas de uma dada quantidade”, mas não se explica de que tipo de estimativas se trata e com que regras devem ser obtidas. E na página 16: “Resolve problemas envolvendo propriedades das figuras geométricas no plano e no espaço”. Que tipo de problemas? Que tipo de propriedades?”
13 Março de 2012
Anunciação Martins
Ricardo Dias